Com mais de 40 anos de experiência, a AstraZeneca é líder mundial em medicamentos na área Cardiovascular.
Queremos consolidar a nossa posição, apostando em áreas como a dislipidemia (níveis elevados ou anormais de lípidos no sangue como, por exemplo, colesterol elevado), hipertensão arterial (pressão arterial elevada), trombose arterial (formação de um coágulo de sangue numa artéria), diabetes e fibrilhação auricular. Acreditamos que assim seremos capazes de fazer uma diferença significativa na saúde dos doentes, prevenindo eventos e mortes por doença cardiovascular.
Necessidade terapêutica
A mortalidade por doença cardiovascular (CV) é superior à mortalidade pelas cinco causas de morte que se lhe seguem, no seu conjunto. Anualmente, é responsável por cerca de 13 milhões de mortes em todo o mundo, constituindo a principal causa de morte para a maioria dos adultos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (dados de 2008), a doença CV juntamente com a doença cerebrovascular é responsável por 12,91 milhões de mortes por ano (21,9% das mortes anuais).
Um em cada três adultos tem algum tipo de doença CV, tal como tensão arterial elevada (hipertensão) ou níveis elevados de colesterol (hipercolesterolémia). Estas alterações, isoladas ou associadas a outras doenças como a diabetes, contribuem para a ocorrência de eventos cardiovasculares major, como o enfarte agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral. Segundo a Organização Mundial de Saúde, estas duas condições assumem-se a nível mundial como as mais representativas para a mortalidade cardiovascular.
As taxas de mortalidade das doenças cardiovasculares em adultos com diabetes são duas a quatro vezes mais elevadas que as dos adultos sem diabetes. A diabetes, impulsionada por um aumento extraordinário da obesidade à escala mundial, é o factor de risco da doença CV que tem registado um maior aumento.
Nos indivíduos com diabetes, além do risco aumentado de ocorrência de enfarte agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral, outros órgãos e sistemas são afectados devido a lesões provocadas nas artérias que os irrigam. Nos diabéticos, é comum verificarem-se: alterações da visão que podem conduzir à cegueira, lesões nos rins levando à insuficiência renal (quadros que frequentemente implicam diálise ou transplante) e compromisso da circulação nos membros inferiores levando a amputações.