Responsabilidade social

Responsabilidade social

A tecnologia não basta sem a humanização e o respeito pelas pessoas.

Há que entender a complexidade de cada um, interpretar as vontades e considerar as diferenças. A ciência não se refere apenas a números, assim como a saúde não se faz só com medicamentos. É por isso que a AstraZeneca não pratica apenas responsabilidade social e ambiental mas faz destes conceitos uma marca da sua identidade corporativa.

Assumimos a responsabilidade de contribuir para a melhoria e desenvolvimento dos cuidados de saúde, tão importantes para a sociedade. Por isso, há factos que temos de enfrentar e combater:

  • O cancro é uma das principais causas de morte a nível mundial, tendo sido responsável por 7.6 milhões de mortes (aproximadamente 13% de todas as mortes) em 2008.1
  • Mortalidade causada pelo cancro vai continuar a subir, com um valor estimado de 9 milhões de mortes em 2015 e 11.4 milhões em 2030. 2
  • Em 2008, 1,5 biliões de adultos, com 20 ou mais anos, tinham excesso de peso. Destes, cerca de 200 milhões de homens e de 300 milhões de mulheres eram obesas. Em 2010 cerca de 43 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade tinham excesso de peso. 3
  • Mais de 2 biliões de pessoas – um terço da população mundial – estão infectadas com bacilos da TB, o micróbio que causa a Tuberculose 4
  • De acordo com novas estimativas para 2030, prevê-se que a DPOC seja a 3ª causa de morte. 5
  • A Depressão é comum, afectando aproximadamente 121 milhões de pessoas a nível mundial. A depressão pode ser diagnosticada de um modo fidedigno e tratada nos Cuidados de Saúde Primários. Menos de 25% dos doentes afectados têm acesso a tratamentos eficazes 6

Estes factos são avassaladores. O que pode a AstraZeneca fazer?

O que sempre fez! Encontrar soluções terapêuticas que salvem, mudem e melhorem a vida das populações. Mas queremos ir mais além.

  • Queremos consolidar e evoluir no tratamento do cancro, especialmente em países com economias em desenvolvimento.
  • Pretendemos disponibilizar aos doentes todas as ferramentas e informações necessárias para que possam cumprir adequadamente o seu plano terapêutico.
  • Continuaremos a apoiar programas nutricionais que previnam a obesidade exatamente na sua origem: na dieta e estilo de vida das nossas crianças. 
  • Prosseguiremos no desenvolvimento da nossa capacidade científica com vista à descoberta de novas soluções.

Estas são metas simples mas que podem fazer toda a diferença entre saúde e doença.

Faz parte do nosso compromisso com a sociedade continuar a fazer tudo isto. Porque temos o que é preciso: coragem, criatividade, energia e capacidade de colaborar com médicos, doentes, investigadores, entidades governamentais, cidadãos e, acima de tudo, uns com os outros. Para que problemas de longo prazo tenham soluções de grande duração.

Referências:

1 – Globocan 2008, IARC, 2010
(http://globocan.iarc.fr/factsheets/populations/factsheet.asp?uno=900)
2 - http://www.who.int/mediacentre/news/notes/2007/np31/en/
3 - http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs311/en/
4 - http://www.who.int/features/factfiles/tuberculosis/en/
5 - http://www.who.int/gard/news_events/World_Health_Statistics_2008/en/
6 - http://www.who.int/mental_health/management/depression/definition/en/

 

CAZ_0167PT20120327

Apoios concedidos a Associações de Doentes em 2013